Num campeonato em que é frequente ver jogadores a gritar com o árbitro na cara deste, e muitas vezes a rodeá-lo e a tocar-lhe, pergunto-me o que é que o Olberdam terá dito a 15m do árbitro que justifique um vermelho directo. Claro que os comentadores da SportTV avançaram logo que "não se percebeu, mas alguma coisa deve ter sido" e que "o árbitro é soberano nestes casos", sem sequer se questionarem sobre a singularidade da situação.
Logo de seguida, com o Marítimo ainda a reorganizar-se, o Benfica faz o 0-2. No minuto seguinte, mão de Maxi na área do Benfica. Fintado por um adversário, Maxi deixa a mão para trás e toca na bola. Não se marca nada. Os comentadores da SportTV foram os primeiros a dizer que "não deve ter sido mão" porque (isto é muito bom) "os jogadores do Marítimo não protestaram muito". Quando se observa na repetição ter realmente havido um toque da bola na mão, o discurso muda para "realmente há um toque, mas fica ao critério do árbitro", embora "não lhes pareça" ter havido intencionalidade. Isto, recorde-se, em relação à mão na bola que 30 segundos antes nem sequer tinha existido.
Isto tudo, entretanto, com um dos árbitros que, numa já esquecida escuta de 2004, Vieira solicitava (dentro daquilo que é a prática normal de um jogo da Taça, ao que parece, embora nunca se tenham apanhado escutas do mesmo género protagonizadas pela equipa que mais jogos tem feito nessa competição nos últimos anos) a Valentim Loureiro. O outro era Paulo Paraty - como eu o compreendo.
Logo de seguida, com o Marítimo ainda a reorganizar-se, o Benfica faz o 0-2. No minuto seguinte, mão de Maxi na área do Benfica. Fintado por um adversário, Maxi deixa a mão para trás e toca na bola. Não se marca nada. Os comentadores da SportTV foram os primeiros a dizer que "não deve ter sido mão" porque (isto é muito bom) "os jogadores do Marítimo não protestaram muito". Quando se observa na repetição ter realmente havido um toque da bola na mão, o discurso muda para "realmente há um toque, mas fica ao critério do árbitro", embora "não lhes pareça" ter havido intencionalidade. Isto, recorde-se, em relação à mão na bola que 30 segundos antes nem sequer tinha existido.
Isto tudo, entretanto, com um dos árbitros que, numa já esquecida escuta de 2004, Vieira solicitava (dentro daquilo que é a prática normal de um jogo da Taça, ao que parece, embora nunca se tenham apanhado escutas do mesmo género protagonizadas pela equipa que mais jogos tem feito nessa competição nos últimos anos) a Valentim Loureiro. O outro era Paulo Paraty - como eu o compreendo.
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